Artigos com a tag: Francisco Duarte Mangas
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QUISEMOS saber quem é e o que faz por aqui. A resposta veio recheada de palavras. Todas bem pesadas e bem medidas. À justa. Sem desperdício. Por serem caras? Não sabemos. O que sabemos é que o corpo que as abriga anda por cá a ouvir o rumor da imaginação dos pastores da serra de Marouço. Às vezes dedica-se à caça de grahlas e a afrontar o ladrão de palavras. É verdade! Não estamos a mangar. Confirme.
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NO REGRESSO à ficção após vários anos de ausência, durante os quais publicou sobretudo livros para a infância, Francisco Duarte Mangas volta também aos cenários rurais, espaço fundamental numa obra que tem em Diário de Link, Geografia do medo e O coração transido dos mouros alguns dos seus títulos maiores. Por Sérgio Almeida in http://www.jn.pt/blogs/babel/
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SE ME perguntarem sobre que é este Sílvio, Domador de Caracóis (Caminho, 2010), livro de Francisco Duarte Mangas (texto) 1 e Madalena Moniz (ilustrações), dificilmente saberei dizê-lo. E livros como este são, em geral, os que me atraem. Aqueles que guardam em si qualquer coisa de indefinível, de irresumível, de imparafraseável, livros cuja teia de sentidos possíveis parece torná-los irredutíveis à moldura crítica. Trata-se de um livro sobre a amorosa e terna relação entre uma mãe e o seu filho pequeno, curioso e descobridor? Sim e não. É sobre a conversa entre ambos, funcionando como lição sobre a liberdade e a poesia, mas também sobre os constrangimentos da vida? É e não é. José António Gomes in http://ainocenciarecompensada.blogspot.com/
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UM PAI natal à moda antiga, inventor de brinquedos de madeira, exausto de tantas viagens debaixo da neve, delega arte e o generoso ofício no filho. Parte de madrugada: no regresso, dias depois, só as renas e um capote. O filho, que adorava as árvores da floresta, repartia desde menino solidões, dúvidas e alegrias com um caracol. Inseparável amigo que transporta uma rara virtude: pensa, pensa devagar e bem. Certa manhã, o jovem leva as renas à clareira da floresta a beber a frescura do mundo, como sempre o seu pai fazia pelo mês de Maio. De repente, os animais suspendem o pasto, erguem a cabeça: no centro da clareira, aparece um capote forrado a pele de marta que agasalha uma menina de escassos dias de vida. in http://diariodelink.blogspot.com/
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NA VÉSPERA do lançamento público do romance Rio Homem, de André Gago (AG), foi o autor informado por uma jornalista que o entrevistara na véspera de que Francisco Duarte Mangas (FDM), jornalista e escritor, enviara para a redacção uma nota acusando André Gago de ter, grosso modo, plagiado uma novela que escrevera em 1993 intitulada O Diário de Link, tantas eram as coincidências e semelhanças que encontrara. Conheço, embora superficialmente, Francisco Duarte Mangas, por quem tenho respeito enquanto autor (acho pena, aliás, que nunca tenha tido o reconhecimento que merece) e estima enquanto pessoa. Também por isso a acusação me pareceu estranha. Por Maria do Rosário Pedreira in http://horasextraordinarias.blogs.sapo.pt/































































